Aroeira

Estreia em 2006, no Teatro Vila Velha

Aroeira – com quantos nós se faz uma árvore toma como inspiração o universo das fotografias e das memórias para projetar as imagens evocadas pelas músicas cedidas especialmente por Milton Nascimento. Receber composições diretamente das mãos de Milton foi um verdadeiro presente para o Viladança. A trilha original, chamada Cores e Vozes, foi gravada em 1991 e contou com a participação de artistas como Jacques Morelenbaum (violoncelo), Nivaldo Ornelas (metais) e Robertinho Silva (bateria), além do próprio Milton Nascimento no piano, voz e violão. O espetáculo multi-linguagem é dividido em blocos distintos, com cortes estanques entre um e outro, revelando o que a diretora Cristina Castro chama de “olhares”, cada um representando uma forma de compreender – e sentir – a visão ou a memória. As cenas referem-se a desejo, fantasia, saudade, caos, manipulação de realidades, associações sinestésicas e também à crítica ao culto da imagem. Aroeira é uma reunião de energias criativas diversas, que flerta com a ilusão ocupando olhos e ouvidos, ao passo que revela os mistérios do desejo e da imaginação.


FICHA TÉCNICA

Argumento, direção e coreografia: Cristina Castro Música: Milton Nascimento Intérpretes-criadores: Bárbara Barbará, Danilo Bracchi, Jairson Bispo, Janahina Santos, João Rafael Neto, Leandro de Oliveira, Sérgio Diaz, Maitê Soares e Matias Santiago Animações: Diogo Kalil, Franck Falgueyrac e Ian Sampaio Iluminação: Fábio Espírito Santo Cenografia: Cristina Castro e Lorena Torres Peixoto Consultoria de cenografia: Fritz Gutmann Figurino: Luiz Santana Consultor para a dramaturgia: Sérgio Rivero Assistência de direção: Ricardo Fagundes Edição da trilha sonora para o espetáculo: Jarbas Bittencourt, João Meirelles e Marcos Povoas


Duração: 50min
Dançarinos: 9


“Todos temos imagens dentro de nós. A cabeça é uma caixa infinita. A relação entre o que se vê e as lembranças é sutil como uma renda”

Aroeira – com quantos nós se faz uma árvore estreou em 16 de junho de 2006, no Teatro Vila Velha, após ter sido um dos três contemplados na mais alta categoria do Prêmio Funarte-Petrobras de Fomento à Dança. Foi convidado a participar do Mês da Dança no Vila; 6º VIVADANÇA Festival Internacional; Festival de Inverno de Campina Grande; Festival de Teatro Brasileiro – Cena Baiana; e Festival Danza en la Ciudad.

 

apresentações em Salvador/Brasil

apresentações em Recife/Brasil

apresentações em Rio de Janeiro/Brasil

apresentações em Bogotá/Colômbia

apresentações em João Pessoa/Brasil

apresentações em Campina Grande/Brasil

apresentações em Belo Horizonte/Brasil

Programa do Espetáculo

Fotos de Márcio Lima. Veja mais no nosso Flickr